
Entendemos
a história
Sintomas, desenvolvimento, antecedentes e histórico familiar.
Sintomas sem diagnóstico, suspeita de doença rara ou um exame genético inconclusivo?
Uma avaliação especializada ajuda a conectar a sua história aos próximos passos da investigação.
Agendar consulta com geneticista
Ciência que olha para a sua história.Se você se reconhece em alguma destas situações, uma avaliação genética pode ajudar a organizar a investigação.
Você não precisa saber qual exame fazer para dar o primeiro passo.
O médico geneticista integra história clínica, características do paciente, antecedentes familiares e exames anteriores para construir hipóteses e definir os próximos passos.
Na genética, a pergunta certa vem antes do teste.

Sintomas, desenvolvimento, antecedentes e histórico familiar.

Exames, imagens, relatórios e testes genéticos anteriores.

Hipóteses e investigação mais apropriada, quando indicada.

Achados genéticos considerados dentro do quadro clínico.

Significado, familiares, riscos e próximos passos aplicáveis.
Dependendo da avaliação clínica, podem ser considerados testes direcionados, painéis genéticos, exoma, genoma, análise de CNVs, expansões ou estudos familiares.
Quero avaliar meu casoSignifica que o teste não identificou uma variante que explicasse o quadro naquele contexto. Não exclui automaticamente uma causa genética.
Limitações do método, do conhecimento científico ou da interpretação podem impedir uma resposta clara.
Uma variante de significado incerto não deve ser considerada, sozinha, a causa de uma condição.
Novos genes são associados a doenças, classificações mudam e o quadro clínico se torna mais definido. A consulta pode avaliar se há indicação de revisar, complementar ou refazer uma investigação anterior.
VUS é uma variante de significado incerto. A evidência disponível ainda não permite classificá-la como causadora de doença ou como benigna.
Ela não deve ser automaticamente tratada como diagnóstico. A interpretação pode incluir correlação com o quadro clínico, análise de familiares, segregação, literatura e acompanhamento de novas evidências.
Quero entender meu exameUma variante encontrada.
Uma dúvida a esclarecer.
O exame encontrou uma alteração no DNA.
Ainda não é possível classificá-la como causadora de doença ou benigna.
História, família e estudos ajudam a contextualizar o achado.
VUS não é diagnóstico.
O significado depende da análise das evidências.
A consulta atende crianças e adultos. Estes são alguns dos contextos que podem justificar uma avaliação especializada.
Alterações do neurodesenvolvimento, deficiência intelectual, epilepsias, hipotonia e doenças neuromusculares.
Quadros multissistêmicos, alterações congênitas ou suspeita de uma síndrome genética.
Doenças hereditárias, cardiogenética, oncogenética, planejamento reprodutivo e avaliação de familiares.
Escolha de exame, leitura de laudos, VUS e reavaliação de painel, exoma ou genoma.
A Singular reúne cuidado clínico e conhecimento em medicina de precisão para avaliar cada pessoa de forma individualizada.
Os dados do médico responsável, CRM, RQE e formação devem ser incluídos após validação institucional.
Agendar consultaRua Ewerton Visco, 290
Caminho das Árvores
Atendimento online. Organize laudos, relatórios e exames anteriores para a avaliação.
Respostas diretas para começar a organizar sua investigação.
Ainda tenho dúvidasAvalia a história clínica e familiar, o exame físico e investigações anteriores para levantar hipóteses, indicar testes quando apropriado e interpretar resultados.
Quando há suspeita de condição hereditária, doença rara, alterações congênitas ou do desenvolvimento, histórico familiar relevante ou dúvida sobre um exame genético.
Não. A genética também contribui em prevenção, planejamento reprodutivo, avaliação de histórico familiar e interpretação de exames.
Em atendimento particular, geralmente não. Convênios podem ter regras próprias, que devem ser confirmadas antes do agendamento.
Sim, quando houver indicação clínica. A consulta ajuda a escolher o teste capaz de responder à pergunta do caso.
Não. Painéis estudam um conjunto selecionado de genes; o exoma avalia principalmente regiões codificadoras; o genoma abrange uma porção mais ampla do DNA. A escolha depende do caso.
Sim. Um resultado negativo informa que aquela análise não encontrou uma explicação conhecida; limitações técnicas e científicas permanecem possíveis.
É uma variante cuja relação com doença ainda não está estabelecida. Ela exige interpretação cuidadosa e não deve ser tratada automaticamente como causa.
Em determinados casos, sim. Novas evidências, ferramentas e informações clínicas podem tornar uma reanálise pertinente.
Quando o exame é antigo ou inconclusivo, o quadro clínico mudou ou surgiram novas informações. A decisão deve ser individualizada.
Às vezes. A análise familiar pode ajudar a esclarecer a relevância de um achado ou estimar riscos, sempre com indicação profissional.
A página prevê teleconsulta para pacientes no Brasil, sujeita à confirmação de disponibilidade e adequação ao caso no agendamento.
Sim, por teleconsulta quando apropriado. Documentos e exames anteriores podem ser organizados previamente.
Laudos, relatórios, exames laboratoriais e de imagem, resultados genéticos e informações sobre familiares, quando disponíveis.
Varia conforme a complexidade do caso, os exames necessários e os prazos laboratoriais. Nem toda avaliação termina em diagnóstico.
Não. A genética pode organizar hipóteses e próximos passos, mas nenhum teste garante encontrar uma causa.
Conte apenas o necessário para iniciarmos o contato. Nenhum dado médico sensível será enviado por este formulário.